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Está oficializado.
Eu nunca tive padrinhos muito atuantes. Nem Serginho. Mas Helô vai ter, isso eu tenho certeza. O risco é essa menina crescer mimada de tanto amor que vai receber.
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Feliz 2011.
Neste fim ano, vamos fazer um programinha mais light, mas não menos cachaceiro que nos anos anteriores. Até porque não dá pra negar as origens, néam? A virada vai ser em São José, junto com amigos igualmente da farra, em uma casa delícia à beira-mar. Vamos levar nossa pequena para pegar um solzinho, já vislumbrando a lindeza dessa menina de roupinha de banho nos anos que virão pela frente.

Aproveito para dizer que Helô foi o maior presente, não só de 2010, mas também dos anos anteriores, e que nada, nem de longe, se compara a felicidade que a gente está sentindo com a chegada dessa menina já tão amada. Então venha, minha pequena, que seus pais não vêem a hora de olhar pro seu rostinho e te encher de beijos.
Feliz Ano Novo procês e muito amor.

Aproveito para dizer que Helô foi o maior presente, não só de 2010, mas também dos anos anteriores, e que nada, nem de longe, se compara a felicidade que a gente está sentindo com a chegada dessa menina já tão amada. Então venha, minha pequena, que seus pais não vêem a hora de olhar pro seu rostinho e te encher de beijos.
Feliz Ano Novo procês e muito amor.
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Nosso primeiro grande show em família.
A gente foi pego de surpresa. Em menos de um mês, e numa época do mais franco liseu, tínhamos que decidir ir ou não pro show de Paul McCartney. Era um sonho antigo que, devido ao meu momento barriga, ganhou um significado todo especial. Helô se comportou muito bem durante toda a viagem. Não rolou mal estar, cansaço, inchaços, dores nem nada que comprometesse o evento ou a saúde da nossa meninota. Muito pelo contrário. Como tudo conspirava para que a pequena fizesse parte desse momento histórico, ficamos, o tempo inteiro, com a abençoada companhia de dois amigos obstetras e um cardiologista. Os três à paisana, porque estavam lá por causa de Paul e da cerveja, mas sempre atentos comigo e com Helô.
A arquibancada especial, apesar de distante, nos garantiu conforto, segurança, tranquilidade e pezinhos para cima nas horas mais críticas. Além de uma visão privilegiada do estádio e do veinho McCartney, claro. Eu gritei e chorei tudo que tinha direito, só não pulei porque fiquei preocupada com a barriga, mas garanto que vontade não faltou. Serginho cuidou de nós com todo amor de um pai apaixonado por suas duas mulheres, zelando por nossa alimentação e acomodação, e Helô ficou muito tranquila ali no seu camarote exclusivo.
Fora toda emoção do show e de ver aquele que foi um dos meus ídolos de adolescência, o que espero que também vire inspiração para nossa pequenina, o final de semana foi marcado por um fato à parte, mas não de menor importância: Helô deu os seus primeiros sinais de vida. Não foram pulos, chutes ou nada que fosse visto ou percebido externamente, mas pequenas bolhinhas internas, incômodos momentâneos na costela, inchaços instantâneos em um determinado lado da cintura e movimentos sutis, como se um pequeno peixe estivesse passeando por minha barriga.
Não sei se tudo isso fez parte de um calendário biológico já previsto em livros de gestante ou foi ela, assim como nós, emocionada com Paul, mas o fato é que esse final de semana não vai sair da nossa memória e garanto que vamos fazer de tudo para que também faça parte da dela. Até porque sei que ela estava lá, escutando cada acorde do mais melódico dos Beatles. E no futuro, quando ela perceber a importância deles na sua vida, vai entender o porquê.
A foto é do talentoso Filipe Oliveira e sua máquina mágica.
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Béubéu.
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Ontem, Helô recebeu a primeira visita de sua futura amiguinha de farras, de play ground, de aulas de natação, de jogos do santinha e, se tudo der certo, de sala de aula. Anabel levou o seu sorriso calmo e sereno, característico dos pais, além heranças valiosas do seu armário.
Como eu e Seginho somos tios meio fajutas, não registramos o momento, mas estou postando uma foto da pequena, roubada, descaradamente, do blog da mãe.
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Juliana, Sergio, baby e o mundo maravilhoso das contas.
Em que estágio da gravidez é normal começar a comprar coisinhas? Porque eu não comprei uma meia sequer. Não que eu não queira, mas é que não tem sobrado um certo para tal no final do mês. Fora que, como ainda não sabemos se o quarto vai estar mais para lilás (rosa, nunca) ou para azul, estamos estrategicamente adiando o endividamento.
Dos parentes, herdamos alguns dos itens mais onerosos da interminável lista infantil: berço, armário, banheira, carrinho, bebê conforto, alguns brinquedos, bolsa de maternidade e cadeira de amamentação. Só lembrando que, como só nasce macho nessa cidade, e isso inclui os netos da minha família e da família de Serginho, a maior parte dos objetos está na paleta dos azuis, então vamos torcer por um menino ou por uma menina de muita personalidade. Já dos amigos, ganhamos algumas roupinhas de recém-nascido muito lindas, incluindo dois conjuntinhos do glorioso tricolor pernambucano que o pai exibe com muito orgulho.
Mas o volumoso, o numérico, o cifroso da lista ainda está por vir. Não me olhe assim, eu juro que sou uma mãe legal. Mas é que o apartamento foi gerado antes do baby, então suas dívidas precisam ser prioridade para que se abra caminho para as seguintes. Prometo que até janeiro a gente compra, aos pouquinhos, aqueles itens pequeninos de moder, de chupar, de sacudir, de agarrar, de vestir, de dormir e de num-sei-quê-mais-lá.
Já a decoração do quarto, essa só fica para janeiro, quando eu vou tirar férias e ter uns dias de folga para dar dedicação exclusiva. Oxalá que o(a) baby não decida nascer nesse tempo, porque aí eu vou ter que dormir no colchonete das visitas.

A ilustração é desse rapaz sem talento aqui.
Dos parentes, herdamos alguns dos itens mais onerosos da interminável lista infantil: berço, armário, banheira, carrinho, bebê conforto, alguns brinquedos, bolsa de maternidade e cadeira de amamentação. Só lembrando que, como só nasce macho nessa cidade, e isso inclui os netos da minha família e da família de Serginho, a maior parte dos objetos está na paleta dos azuis, então vamos torcer por um menino ou por uma menina de muita personalidade. Já dos amigos, ganhamos algumas roupinhas de recém-nascido muito lindas, incluindo dois conjuntinhos do glorioso tricolor pernambucano que o pai exibe com muito orgulho.
Mas o volumoso, o numérico, o cifroso da lista ainda está por vir. Não me olhe assim, eu juro que sou uma mãe legal. Mas é que o apartamento foi gerado antes do baby, então suas dívidas precisam ser prioridade para que se abra caminho para as seguintes. Prometo que até janeiro a gente compra, aos pouquinhos, aqueles itens pequeninos de moder, de chupar, de sacudir, de agarrar, de vestir, de dormir e de num-sei-quê-mais-lá.
Já a decoração do quarto, essa só fica para janeiro, quando eu vou tirar férias e ter uns dias de folga para dar dedicação exclusiva. Oxalá que o(a) baby não decida nascer nesse tempo, porque aí eu vou ter que dormir no colchonete das visitas.

A ilustração é desse rapaz sem talento aqui.
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Once upon a time.
Agora que os enjôos passaram e que, igualmente, meu mau humor e a completa indisposição para andar mais que meio metro se foram, encontrei energias para começar a escrever este blog, especialmente dedicado aos meus amigos distantes, que sempre pedem notícias, e também aos próximos que, por culpa da minha absoluta falta de tempo, não estão muito atualizados. Então, aqui vai.
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